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Arquitetura afetiva torna criança mais participativa no lar

Sabia que tão importante quanto criar ambientes agradáveis aos adultos, é pensar em um ambiente lúdico e acolhedor para as crianças, utilizando-se da arquitetura afetiva? Afinal, é na morada que os pequenos criam seus primeiros laços afetivos e é o local onde se sentem seguros.

Sendo assim, uma das tendências de agora é projetar e decorar espaços com base no conceito de “lar democrático“. Ou seja, um lugar onde todas as pessoas do lar são acolhidas e suas necessidades são ponderadas em um consenso comum.

 

A arquitetura afetiva infantil

Este estilo arquitetônico, basicamente, consiste em tornar o ambiente lúdico. Porém, mesmo tendo um conceito muito específico, os benefícios que isso traz para a criança são importantes para o seu desenvolvimento.

Por exemplo, entre zero a seis anos, a criança está na primeira infância e nessa fase, o aprendizado acontece de forma mais fácil. Além disso, é também um período de descobertas, então a criança está em constante evolução. 

Nesse contexto, a construção de um espaço lúdico dentro do lar se torna essencial para que o desenvolvimento seja ainda mais proveitoso e ela se torna mais participativa no lar.

 

Inserindo um espaço lúdico dentro de casa

A inserção da arquitetura  afetiva infantil dentro de casa deve acontecer de forma simples. 

É importante se atentar: à cor escolhida, à pintura da parede e aos elementos lúdicos. Se questionando o que a criança mais gosta, e quais objetos vão fazê-la se sentir acolhida naquele ambiente.

Além disso, o espaço lúdico não deve se limitar apenas em um ambiente, visto que geralmente as decorações infantis se encontram no quarto da criança. 

Isso não significa tornar todos os ambientes infantis. Porém, é importante que a arquitetura infantil também seja aplicada em outros espaços, que não seja o quarto da criança. 

Afinal, o objetivo é fazer com que a criança seja integrada ao espaço adulto, fazendo com que ela conviva mais com a família fora do quarto e não precise se isolar para se sentir acolhida no ambiente.

 

Os malefícios da ausência da arquitetura afetiva infantil

Em meio a pandemia, o mundo digital ganhou mais espaço em nossos lares e o tempo de nossas crianças, inseridos nesse mundo, pode causar problemas cognitivos graves, como: déficit de atenção, piora na audição e visão, ansiedade e outros problemas físicos. 

Por essa razão, promover um ambiente acolhedor e lúdico para as crianças se torna indispensável. Afinal de contas, a arquitetura afetiva infantil, permite que a criança viva no mundo real e tenha a satisfação da convivência com sua família, construindo assim boas memórias afetivas.

 

Bom, agora que você conheceu um pouco mais sobre a Arquitetura Afetiva Infantil, que tal compartilhar para que mais pessoas possam conhecer e entender do assunto?

Na Barros Vaz, temos imóveis que buscam trazer mais facilidade ao dia a dia dos moradores, compreendendo e valorizando a função de cada cômodo com os elementos certos, proporcionando aconchego, harmonia e bem-estar.

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